
Quem não conhece a antiga fábula de Esopo sobre a lebre e a tartaruga? Um dia elas decidiram apostar uma corrida. Logo após a largada, a lebre - ágil como ela só - despontou rapidamente. Mas a vantagem era tanta que resolveu cochilar à sombra de uma árvore. Nisso a tartaruga, que seguia firme sua velocidade habitual, acabou por ultrapassá-la. O que parecia impossível aconteceu: enquanto a lebre dormia, a tartaruga venceu a corrida.
No mundo de hoje, em que a rapidez é sinônimo de eficiência, parece estranho pensar em respeitar nosso próprio ritmo. Mas não é à toa que a filosofia slow, difundida pelo escritor escocês Carl Honoré, está fazendo tanto sucesso. As pessoas parecem ter descoberto que a correria só aumenta o estresse e, por isso mesmo, faz mal à saúde. No texto Devagar e sempre, escrito por Iracy Paulina, você descobre um pouco mais sobre o assunto. Abraço.